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A hora do Planeta

Chegou a nossa hora de fazer alguma coisa
Cadastre-se na Hora do Planeta! - PARTICIPANTE: roberto cardoso

O que você pode fazer

Desligar as luzes por uma hora é um bom começo. Porém, existem muitas outras coisas que você pode fazer para contribuir para o sucesso do Earth Hour 2009.
  • Cadastre-se agora. Faça parte do Earth Hour e obtenha dicas e ferramentas úteis para reduzir a sua pegada de carbono todos os dias.
  • Informe um Amigo. Ainda melhor – fale com eles, sua família e até seus colegas de trabalho. Incentive-os a se cadastrarem. Mande-lhes um e-mail com um link para este website e mobilize mais pessoas!
  • Conte a Sua História: A Rede WWF está colecionando histórias sobre como as mudanças climáticas vêm modificando a vida das pessoas. Visite a página Testemunhas do Clima e deixe seu depoimento em português ou em inglês.

Inclua a Hora do Planeta no rodapé dos e-mails

Faça do download do GiverSign e adicione ao seus e-mails ou ao seu blog um selo para ajudar a divulgar a Hora do Planeta. Conte para todo mundo que você aderiu a este movimento e incentive seus amigos a participar!

Sua participação é fundamental

O WWF-Brasil espera contar com a adesão de empresas, governos, entidades, ONGs e demais movimentos da sociedade civil. Por isso, preparou kits de mobilização com orientações sobre como as pessoas podem contribuir para a Hora do Planeta.

Cada um dos kits traz informações e dicas de como participar voltadas para seguimentos específicos da população:

Combustível verde

Etanol celulósico: ainda melhor do que imaginamos
Estudo realizado nos EUA revela que o etanol fabricado a partir de resíduos agrícolas é benéfico para a saúde e o meio ambiente. A peCor do textosquisa revelou ainda que o custo do etanol de milho pode ser até duas vezes maior que o da gasolina.


Se a produção de etanol celulósico já era vista com bons olhos antes – por acabar de uma vez por todas com a discussão “preço dos alimentos X biocombustíveis” e ser uma fonte de energia alternativa digna de competir com o petróleo –, agora, com um recente estudo realizado nos EUA, que avalia a quantidade de emissão de poluentes dos biocombustíveis e da gasolina, tudo melhorou. Segundo a pesquisa, os três tipos de combustíveis analisados – gasolina, etanol de milho e etanol celulósico – emitem poluentes durante as fases de produção e consumo. No entanto, o etanol fabricado a partir da celulose dos resíduos agrícolas tem menos efeitos negativos sobre a saúde humana e o meio ambiente, por emitir em menor quantidade um componente extremamente nocivo da poluição atmosférica: a matéria fina particulada. Um estudo anterior a este mostrou ainda que o etanol celulósico, entre outros biocombustíveis de última geração, emite níveis mais baixos de gases causadores do efeito estufa, o que é ainda mais benéfico para a qualidade do ar que respiramos. “Para se entender as consequências do uso de biocombustíveis sobre a saúde e o meio ambiente, temos que olhar muito além do escapamento dos automóveis e acompanhar detalhadamente a produção desses biocombustíveis. Ficou evidente que as emissões liberadas na produção do biocombustível realmente importam”, disse Jason Hill, principal autor do estudo. A pesquisa avaliou também o custo econômico dos três combustíveis, no que diz respeito às medidas que devem ser tomadas para zelar pelo bem-estar das pessoas e do meio ambiente. O resultado foi surpreendente: os cientistas concluíram que, dependendo dos materiais e tecnologias utilizados na produção, os custos do etanol celulósico não chegam a metade dos custos da gasolina, que podem ser iguais ou duas vezes menores que os do etanol de milho. De acordo com o estudo, há outras vantagens consideráveis nos biocombustíveis celulósicos – como a redução da quantidade de fertilizantes e pesticidas que são despejados em rios e lagos – que também podem ser levadas em consideração nos debates que propõem mudanças para uma nova geração de biocombustíveis, inclusive do ponto de vista econômico, a longo prazo. A pesquisa, na íntegra, está disponível no site da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
combustível verde
Etanol celulósico: ainda melhor do que imaginamos
Estudo realizado nos EUA revela que o etanol fabricado a partir de resíduos agrícolas é benéfico para a saúde e o meio ambiente. A pesquisa revelou ainda que o custo do etanol de milho pode ser até duas vezes maior que o da gasolina.

Débora SpitzcovskyPlaneta Sustentável - 06/02/2009


Olhe bem a imagem acima!
O que você realmente vê?
Quantos e quantos passarão por este blog, mas quem será capaz de expressar o que vê nesta imagem? Uma criança? uma planta? o início da vida.... Tantas serão as comparações, tantas e tantas respostas,,, algumas farão muito sentido, outras nem tanto, mas afinal pensando no futuro.... o que você diria sobre esta imagem...
Comente!

PEGADA ECOLOGICA

Práticas que ajudam a diminuir a sua Pegada Ecológica

Adotar estilos de vida mais equilibrados e amigáveis com o meio ambiente é fundamental para o planeta. Há muitas coisas que você pode fazer no seu dia-a-dia, basta ter disposição e prestar atenção no caminho. O planeta e a vida agradecem!

Clique aqui:

BNDES:

Nova modalidade de crédito para setor elétrico inclui eficiência energética

Escrito por Dayane Cunha — Publicado em 10/12/2008 10:50

O Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) incluiu programas de eficiência energética e de pesquisa e desenvolvimento na modalidade de limite de crédito acertada com o grupo enrgética Energias do Brasil, o banco informou em nota à imprensa

O pacote total pré-aprovado é de R$900 milhões para dar apoio à investimentos do grupo entre 2008 e 2012 num total de R$4,6 bilhões.

Os investimentos em eficiência energética serão efetuados pelas empresas de geração do grupo Bandeirante, que atua em 28 municípios de São Paulo e atende a uma população de 4,4 milhões de habitantes, e a Escelsa, que distribui eletricidade em 70 dos 78 municípios do Espírito Santo.

Além de eficiência energética, as subsidiárias de distribuição investirão os recursos também no combate à fraude e à perdas técnicas, que no Brasil são três vezes a média mundial.

A maior parte do programa de investimento da empresa, e portanto, dos recursos do BNDES, serão destinados ao programa de geração do grupo para aumentar a sua capacidade instalada de 1.043 MW para 2.302 MW em 2012. O grupo prevê investimentos de R$2,7 bilhões em geração de energia, inclusive em um programa de construção de seis pequenas centrais hidrelétricas.

Fonte: Revista Sustentabilidade

Obama, o Lider USA


Tenho 35 anos e muita coisa mudou no mundo desde quando nasci. Coisas que vivi e aprendi na escola já não são as mesmas que se vive e aprende hoje em dia. O mapa do mundo mudou algumas vezes, o PODER também já trocou de lado varias vezes, e até o sistema solar já não é o mesmo. Muitas mudanças me espantam, algumas me deixam feliz, outras até me chocam. Mas, sem dúvida nenhuma, não houve mudança alguma que conseguiu  me emocionar mais do que ver Barack Obama eleito presidente dos Estados Unidos.

Todos esperamos que ele seja um bom presidente. Mas, mesmo que não for, a imagem do primeiro presidente negro dos EUA acenando para a multidão de brancos e negros em seu discurso da vitória com certeza jamais se apagará da memória de muita gente.
 



Projeto Animare.

Convidamos todos para conhecer o Projeto Animare, projeto social que prepara jovens oriundos de comunidades carentes, para a inserção no mercado de trabalho.Se você se interessa pelo terceiro setor, está buscando alguma forma de participar de um projeto social ou simplesmente ter algum contato com pessoas que se uniram para ajudar a melhorar o mundo, não perca este evento!!! Peço ainda que divulguem !!

Clique no convite e abaixo saiba mais sobre o projeto.

O Instituto Brasil Labore é uma organização não Governalmental fundada com o objetivo de promover a orientação e o preparo de pessoas de baixa renta para a inserção, permanência e crescimento no mercado de trabalho.
A filosofia da instituição é a de colaborar para que todos possam trabalhar dignamente, de acordo com suas escolhas e com a possibilidade de desenvolver sua carreira à medida em que aprimorem suas competências.Possui projetos que atendem a todo o tipo de pessoas que estejam em situação de busca de oportunidade de trabalho.

Saiba como 'emprestar' seu computador para projetos científicos

















Computação voluntária aproveita tempo ocioso de máquinas domésticas.
Mesmo não tendo computador robusto ou banda larga, é possível ajudar.

Mesmo acreditando que seu PC não chega nem perto de ser tão rápido quanto deveria, saiba que ele pode, sim, ser considerado um supercomputador -- ou pelo menos parte disso. Essa é a proposta dos sistemas de computação distribuída, também conhecidos como computação voluntária, que utilizam a capacidade de milhares de máquinas ociosas espalhadas pelo mundo para processar grandes quantidades de informação. Ao “quebrar” pacotes de dados e enviá-los para diferentes usuários, é possível processá-los simultaneamente, reduzindo os custos e também o tempo gasto com estudos. Apesar de alguns desses projetos para causas coletivas exigirem computadores robustos de grandes centros de pesquisa, a maioria deles se contenta com o que seu computador pessoal -- seja de casa ou do trabalho --- tem a oferecer. Assim, se você já fosse voluntário, poderia sair agora da frente do computador para tomar um lanche e voltar mais tarde com a sensação de ter contribuído para resolver uma grande questão da humanidade. A computação voluntária é freqüentemente chamada de grid computing, mas este segundo termo é mais específico para o uso de capacidade ociosa dentro de organizações, e não de computadores pessoais. Por realizarem o processamento quando as máquinas dos voluntários estão ligadas, mas não em uso, essas iniciativas teoricamente não tornam os PCs mais lentos.
Como escolher:

Uma busca na internet traz muitos projetos de computação voluntária, de diferentes áreas. Além das alternativas já citadas, é possível contribuir com o LHC (Grande Colisor de Hádrons), com a previsão do clima, com pesquisas sobre estrelas de nêutrons, com a busca por inteligência extraterrestre, com estudos sobre malária, com a previsão de estruturas de proteínas e com a determinação de formas tridimensionais de proteínas, para citar alguns exemplos. Antes de aderir a um desses projetos, é importante verificar o que eles exigem. O SETI@home, que busca inteligência extraterrestre, diz que voluntários de computadores “normais” (processador Pentium 4 de 2 GHz, por exemplo) devem rodar o programa pelo menos duas horas por semana. “Máquinas mais lentas também podem contribuir, mas precisam proporcionalmente de mais tempo”, diz. O Climate Prediction, por sua vez, busca participantes com qualquer tipo de acesso à internet, processador de 1,6 GHz, disco rígido com pelo menos 1 GB livre e memória RAM mínima de 256 MB.


Como Funciona:


Quando combinada, a capacidade de processamento de computadores pessoais pode trazer resultados impressionantes. O projeto World Community Grid, por exemplo, já registrou mais de 1 milhão de computadores que realizaram, nos últimos quatro anos, o equivalente a 188 mil anos de processamento de dados em diversas áreas. Voluntários dessa comunidade doam, a cada semana, o equivalente a 1,4 mil anos do tempo de suas máquinas para pesquisas sobre o combate ao câncer, à Aids e à dengue, além de análises relacionadas a um arroz mais nutritivo e ao dobramento de proteínas. Esse último assunto também é foco de outro grande projeto de computação voluntária, o http://folding.stanford.edu/, com o qual a Universidade de Standford pretende entender o dobramento de proteínas e as doenças relacionadas ao assunto. “Essa alternativa é mais eficaz que o uso de um supercomputador. Essas grandes máquinas têm geralmente 5 mil processadores, sendo que cada um deles é surpreendentemente mais lento do que os chips de computadores domésticos atuais. Além disso, a capacidade de supermáquinas é compartilhada entre diferentes projetos. Mesmo um supercomputador seria cerca de cem vezes mais lento do que o nosso sistema”, diz o Folding@home, que usa a capacidade de 350 mil processadores de voluntários. A iniciativa distribui o processamento entre máquinas com sistemas operacionais Windows (contribuição de 219,1 mil processadores no total), Linux (32,9 mil) e Mac (15 mil), além de usar a capacidade de consoles PlayStation 3 (62,9 mil) e das placas de vídeo Nvidia (13,5 mil) e ATI (4,5 mil). Os projetos de grid computing rodam em máquinas ociosas, desde que elas estejam ligadas.





Veja mais: Aqui

Carro ecológico foi chamado de 'BamGoo' e é movido a eletricidade.Ele tem independência de 50 km com uma carga de energia.

Japoneses criaram um carro feito de bambu, movido a eletricidade. O veículo recebeu o nome de 'BamGoo', e foi exibido na cidade de Kyoto, no Japão, neste domingo (2). O carro ecológico de 60 kg, foi desenvolvido pela cidade e pela Universidade de Kyoto, usando tecnologia local
O carro-conceito tem independência de 50 km com uma só carga de energia (Foto: AP Photo/Kyodo News)

Balada Sustentável


Se acabar na pista virou questão de ecologia !!!!

Ficar dançando até 5 da manhã pode esgotar a sua energia. Mas pode ajudar a iluminar o mundo – ou pelo menos um pedacinho dele. Acaba de ser inaugurada em Londres uma casa noturna em que a eletricidade não vem da tomada: vem da animação da galera. Tudo graças a uma pista de dança piezoelétrica, que consegue transformar o movimento das pessoas em eletricidade. Conforme elas dançam, pressionam a pista com os pés. Aí o chão, que é feito com uma cerâmica especial, sofre uma pequena deformação (imperceptível para quem está dançando).
E isso gera energia elétrica para alimentar o som e a luz da boate. [img1]Segundo seus criadores, a pista high-tech consegue gerar até 60% de toda a eletricidade consumida pelo clube, que se chama Surya (“Deus-Sol”, em sânscrito). Mas o que acontece se o DJ não empolgar a galera e ninguém entrar na pista? Acaba a luz? Para evitar que isso aconteça, a boate conta com um sistema de baterias, painéis de energia solar e uma turbina eólica. Somando tudo isso, os donos do clube dizem que a eletricidade dá e sobra – o excedente é doado aos imóveis vizinhos. Mas a temática ecológica não pára aí. As paredes do Surya são sensíveis ao calor e mudam de cor quando a casa está cheia e, literalmente, “fervendo” – a idéia é fazer uma referência ao aquecimento global. No banheiro, as descargas e torneiras utilizam água de chuva. E como não poderia deixar de ser, todos os vidros, metais, plásticos e papéis são reciclados. Já o bar causa certo estranhamento.

Só serve bebidas orgânicas, feitas sem nenhum tipo de agrotóxico ou produto químico, e seu destaque é bem esquisito: uma tal de “biocerveja” DANCE A ELETRODANÇA A tecnologia se baseia num fenômeno conhecido como piezoeletricidade: a capacidade que determinados materiais, como o quartzo, têm de liberar energia elétrica ao ser pressionados. A pista de dança é feita, justamente, de uma mistura de cerâmica com cristais de quartzo. Quando as pessoas dançam e pulam, os cristais são comprimidos e geram corrente elétrica – que é utilizada para alimentar o clube.
Ficar dançando até 5 da manhã pode esgotar a sua energia. Mas pode ajudar a iluminar o mundo – ou pelo menos um pedacinho dele. Acaba de ser inaugurada em Londres uma casa noturna em que a eletricidade não vem da tomada: vem da animação da galera. Tudo graças a uma pista de dança piezoelétrica, que consegue transformar o movimento das pessoas em eletricidade. Conforme elas dançam, pressionam a pista com os pés. Aí o chão, que é feito com uma cerâmica especial, sofre uma pequena deformação (imperceptível para quem está dançando). E isso gera energia elétrica para alimentar o som e a luz da boate.
Segundo seus criadores, a pista high-tech consegue gerar até 60% de toda a eletricidade consumida pelo clube, que se chama Surya (“Deus-Sol”, em sânscrito). Mas o que acontece se o DJ não empolgar a galera e ninguém entrar na pista? Acaba a luz? Para evitar que isso aconteça, a boate conta com um sistema de baterias, painéis de energia solar e uma turbina eólica. Somando tudo isso, os donos do clube dizem que a eletricidade dá e sobra – o excedente é doado aos imóveis vizinhos. Mas a temática ecológica não pára aí. As paredes do Surya são sensíveis ao calor e mudam de cor quando a casa está cheia e, literalmente, “fervendo” – a idéia é fazer uma referência ao aquecimento global. No banheiro, as descargas e torneiras utilizam água de chuva. E como não poderia deixar de ser, todos os vidros, metais, plásticos e papéis são reciclados. Já o bar causa certo estranhamento. Só serve bebidas orgânicas, feitas sem nenhum tipo de agrotóxico ou produto químico, e seu destaque é bem esquisito: uma tal de “biocerveja” DANCE A ELETRODANÇA A tecnologia se baseia num fenômeno conhecido como piezoeletricidade: a capacidade que determinados materiais, como o quartzo, têm de liberar energia elétrica ao ser pressionados. A pista de dança é feita, justamente, de uma mistura de cerâmica com cristais de quartzo. Quando as pessoas dançam e pulam, os cristais são comprimidos e geram corrente elétrica – que é utilizada para alimentar o clube.


Veja mais ideias, ajude tambem,,,, em: http://planetasustentavel.abril.ig.com.br/home/


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